domingo, 6 de dezembro de 2009

Revisão textual


Psicologia Comunitária
Autor: Jorge Sarriera
Editor Luis Gomes

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Nova vista da Revisão Textual

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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Revisão de dissertação

Justiça terapêutica e Drug Treatment Courts:
Perspectivas de uma contextualização do sistema
canadense ao brasileiro sob
alguns aspectos funcionais e criminológicos

Curso de Pós-Graduação em Direito

Daniel Fensterseifer

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Concordância verbal (1)


CONCORDÂNCIA VERBAL

SUJEITO SIMPLES
Regra geral: o verbo concorda com o sujeito.
Ex.: O rapaz chegou.
O luar faz bem!
Andreia saiu com o pai.

SUJEITO COMPOSTO
O verbo pode concordar com um dos elementos do sujeito ou com ambos.
Ex.: Chegou/chegaram o rapaz e a moça.

UM E OUTRO/NEM UM NEM OUTRO
Nesses casos, o verbo pode ficar na 3ª pessoa do singular ou do plural.
Ex.: Um e outro rapaz saiu/saíram.
Nem uma nem outra moça saiu/saíram

UM OU OUTRO
O verbo fica na 3ª pessoa do singular quando houver exclusão de um dos termos e na 3ª pessoa do plural quando não houver exclusão.

Ex.: São Paulo ou Grêmio será campeão. (há exclusão de um dos termos, portanto, o verbo fica no singular)
Café ou chocolate me agradam. (sem exclusão, os dois me agradam, então o verbo fica no plural)

OU/E
Quando a ideia for de uma coisa OU outra, o verbo ficará na 3ª pessoa do singular, mas quando se tratar de uma coisa E outra, ficará na 3ª pessoa do plural.

Ex.: Um olhar, (ou) um toque, (ou) um carinho basta.
Um olhar, (e) um toque, (e) um carinho bastam.

A MAIORIA/BOA PARTE/GRANDE PARTE/METADE

Quando não houver especificação do termo, o verbo ficará no singular. Se houver, a concordância será facultativa.

Ex.: A maioria faltou.

sábado, 5 de setembro de 2009

Em revisão: Para homens na crise dos 40


Vale muito a pena conferir:

Para homens na crise dos 40 e mulheres interessadas em compreendê-los
Autor: Juremir Machado da Silva
Editora Sulina
Diagramação: Clo Sbardelotto
Revisão: Patrícia Aragão

domingo, 16 de agosto de 2009

Lançamento: O futuro da francofonia | Dominique Wolton


Editora Sulina apresenta O Futuro da Francofonia de Dominique Wolton

Neste livro, “O futuro da francofonia”, Dominique Wolton reflete sobre o devir de uma língua falada por milhões de pessoas em todo o mundo e marcada pela produção de incontáveis obras de arte de primeira grandeza. Não se trata, como podem pensar os mais afoitos, de uma defesa patriótica de uma língua, mas da universalização de um princípio: a diversidade linguística como patrimônio inatacável. Todo país deve lutar para preservar sua identidade, sua cultura, sua história, sua língua. Nesta época de globalização, sob a pressão das potências econômicas, muitos países sentem a tentação de abrir mão do que lhes é mais caro em nome de uma suposta facilidade.
Dominique Wolton é diretor e editor da revista Hermès pelo CNRS. É autor de livros como Elogio do grande público (Ática, 1996), Pensar a comunicação (UNB, 2004), É preciso salvar a comunicação (Paulus, 2006), Internet, e depois? (Sulina , 2003).

Nº de páginas: 151
Preço de Capa: R$ 35,00

Tradução: Alcy Cheuiche
Diagramação e projeto gráfico: Clo Sbardelotto
Revisão: Patrícia Aragão

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Padronização e estilo: uso dos numerais (Folha de S. Paulo)

Clique para ampliar.
Fonte: Manual de redação da Folha de SP. Publifolha, 2006.

domingo, 2 de agosto de 2009

Padronização e estilo: uso dos numerais (O Globo)

Vejamos a padronização utilizada por alguns manuais de redação e estilo quanto ao uso de numerais:

O Globo
Norma geral: escrevem-se com palavras até dez, inclusive; daí em diante usam-se algarismos, com as exceções de cem e mil.


Dias do mês, números de casas e apartamentos e idades são com algarismos em todos os casos.
• Usam-se algarismos e palavras para números redondos: 12 mil, 14 milhões, 16 bilhões.
Frações: com algarismos (7/12), exceto quando ambos elementos são menores que dez (dois terços). As frações decimais, sempre com algarismos. Lembrete: o que separa inteiro da fração é a vírgula, não o ponto.
• As percentagens são apresentadas em algarismos, com símbolo próprio, sem espaço entre símbolo e algarismo: 95% e não "95 %".
• Escrevem-se os ordinais por extenso até décimo. Os demais, com algarismos: 15º. Se necessário grafar ordinais por extenso, note-se que não há hífen: décimo segundo e não "décimo-segundo".
Horas do dia, sempre com algarismos e as abreviaturas h e min: "Chegou às 17h30min, às 18h... ". Quando a indicação for aproximada, recomenda-se escrever horas por extenso: "Chegou por volta das 6 horas...". Para horas que indicam decurso de tempo, usa-se a norma geral dos numerais: "Chegou às 9h, nove horas depois de ter partido".

Fonte: O Globo - Manual de redação e estilo. Editora Globo.

terça-feira, 28 de julho de 2009

ABL responde – benfeito


ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS
ABL RESPONDE

Pergunta: Boa tarde, gostaria de saber se a palavra bem-feito, que não está na 5ª edição do VOLP, não deve mais ser grafada assim, com hífen. Por exemplo, neste contexto: "Se os serviços forem bem-feitos, nada sairá errado". (Izabel Bueno, Revisora de textos)


Resposta: O prefixo bem- se escreve sem hífen se o segundo elemento for derivado de fazer ou querer: benfazejo, benfeito, benfeitor, benfeitoria, benquerença, benquisto, benquerer etc. Em todos os outros casos, se escreve com hífen: bem-acondicionado, bem-passado, bem-informado, bem-estar, bem-vindo etc.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Bom-dia ou bom dia?

O uso de bom-dia com hífen deve ser feito quando se tratar de um substantivo. Por exemplo: "O gerente desejou um bom-dia aos funcionários" / Todos já estavam fartos daqueles bons-dias mal-humorados".
Por outro lado, se estamos usando essa expressão como uma saudação, devemos utilizá-la sem hífen: "Bom dia, diretor!"

O dicionário Houaiss registra:

Bom-dia - Substantivo masculino
1 cumprimento que se dirige a alguém na parte da manhã; bons-dias
Obs.: cf. bom dia = 'dia bom, agradável'
Ex.: cumprimentou-o com um b. caloroso.

O professor Cláudio Moreno apresenta uma ótima explicação a respeito do assunto em seu site:
http://wp.clicrbs.com.br/sualingua/2009/06/28/bom-dia-bom-dia/


Confira outras explicações em: http://www.sacconi.com.br/blog/?p=221 http://www.ciberduvidas.com/resposta.php?id=14133

Colocação pronominal

A colocação pronominal trata sobre uso dos pronomes oblíquos átonos ME, TE, SE, O(S), A(S), LHE(S) e NOS. Os pronomes átonos são geralmente empregados depois do verbo (ÊNCLISE), muitas vezes antes (PRÓCLISE) e, mais raramente, no meio (MESÓCLISE).

PRÓCLISE
Pode ocorrer nos seguintes casos:
1. Quem te contou? Pronome Interrogativo
2. O rapaz que te contou saiu. Pronome Relativo
3. Isso te contaram. Pronome Demonstrativo
4. Alguém te contou. Pronome Indefinido
5. Aqui te contei. Advérbio
6. Quero que te contem. Conjunção
7. Em se tratando disso. EM + PRONOME ÁTONO + GERÚNDIO

ÊNCLISE
As formas verbais do infinitivo impessoal (precedido ou não da preposição "a"), do gerúndio e do imperativo afirmativo pedem a ênclise pronominal.
Exemplos:
Urge obedecer-se às leis.
Obrigou-me a dizer-lhe tudo.

MESÓCLISE
Emprega-se o pronome átono no meio da forma verbal, quando estiver no futuro simples do presente ou no futuro simples do pretérito do indicativo.
Exemplos:
Chamar-te-ei, quando ele chegar.
Se houver tempo, contar-vos-emos nossa aventura.
Dar-te-ia essas informações, se soubesse.


terça-feira, 7 de julho de 2009

Los libros...








segunda-feira, 6 de julho de 2009

Vossa excelência ou sua excelência?
















Ao usarmos os pronomes de tratamento, torna-se necessário dar especial atenção ao uso de "vossa" e "sua". Utilizamos "vossa" quando estamos falando com a pessoa: O diretor da editora encontrou o reitor e disse: é um prazer encontrar vossa magnificência.

Contudo, se estamos falando da pessoa, usamos "sua": Sua magnificência estará presente na Semana do Livro realizada por esta Universidade.

Com o Acordo Ortográfico, é facultativo o uso de letra maiúscula para pronomes de tratamento.

Vossa Excelência - V. Ex.a
Presidente da República, Senadores da República, Ministros de Estado, Governadores, Deputados Federais e Estaduais, Prefeitos, Embaixadores, Vereadores, Cônsules, Chefes das Casas Civis e Casas Militares, Desembargador da Justiça, Curadores, Promotores.
Vossa Magnificência - V. M.
Reitores, vice-reitores e pró-reitores de Universidade.
Vossa Senhoria - V. S.a
Diretores de Autarquias Federais, Estaduais e Municipais.
Vossa Santidade - V. S.
Papa.
Vossa Eminência Reverendíssima - V. Em.a Revma
Cardeais, arcebispos e bispos.
Vossa Reverendíssima - V. Revma
Abades, superiores de conventos, outras autoridades eclesiásticas e sacerdotes em geral.
Vossa Majestade - V. M.
Reis e Imperadores.
Vossa Alteza - V. A.
Príncipes, Arquiduques e Duques.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Ortografia após a Reforma (5)...


* R *
- rabo de cavalo (penteado)
- rabo-de-cavalo (planta)
- reabituar
- reeleição
- reúso
- radiopatrulha
- radiotáxi
*S*
- sub-básico
- sala de jantar
- subestimar
- sem-teto
- semiárido
- semiescravo
- sobe e desce
- socioeducativo
- socioeconômico
- sócio-gerente
- social-democracia
- sub-hepático
- sub-reitor
- sub-raça
- sub-rogar
- sub-humano ou subumano
- super-raivoso
*T*
- tão somente
- tenente-coronel
- teleducação
- tique-taque
- tomara que caia
*U*
- ultra-humano
- um faz de conta
- usina-piloto
*V*
- vaga-lume
- vai e vem (ou vaivém)
- verde-oliva
- veem (verbo)

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Ortografia após a Reforma (4)...

*O*
- ob-rogar
- obra-prima
- olho-d´água
- olho de boi

*P*
- pan-americano
- paraquedas
- para-brisa
- para-raios
- para-sol
- palavra-chave
- pé-de-meia
- pé de moleque
- pé de pato (nadadeira)
- pé-de-pato (planta)
- pé-de-galinha (planta)
- pé de galinha (rugas)
- piloto de prova
- ponto-final
- pôr do sol (pores do sol)
- porta-retrato
- porta-aviões
- porta-chapéus
- porquinho-da-índia
- preestabelecer
- preexistir
- pretérito mais-que-perfeito
- primeiro-secretário
- proativo
- procurador-geral
- professor-assistente
- ponto e vírgula
- ponto-final
- ponto-chave
- preto e branco
- projeto de lei
- pseudo-ouro
- poli-infecção

*Q*
- quarto e sala
- quase irmão

sábado, 13 de junho de 2009

Contradições do Acordo Ortográfico


ABL RESPONDE

Pergunta: O Volp, na primeira parte, seção "Nota Explicativa", página LII, item 7, manda escrever "azeite-de-dendê", "bálsamo-do-canadá" e "água-de-coco", com hífen. Mais adiante, na segunda parte, registra: na página 95, "azeite de dendê", sem hífen, na página 102, "bálsamo do canadá", sem hífen, e, na página 31, "água de coco", sem hífen. Quais páginas do Volp devemos seguir?
Resposta: As notas explicativas, com o hífen, é que estão corretas. Esse erro de revisão já foi detectado e será corrigido na próxima edição do VOLP.
Erro de revisão?

Pergunta: Por que "pé-de-meia" tem hífen e "pé de moleque" não? Por que "água de cheiro" não tem hífen e "água-de-colônia" tem?
Resposta: As locuções perderam o hífen, mas pé-de-meia e água-de-colônia são exceções à regra, assim como arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, ao deus-dará e à queima-roupa.
Por quê?

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Grump e o Acordo Ortográfico

Tirinha de Orlandeli.
Clique para ampliá-la.



quarta-feira, 3 de junho de 2009

Revisão de TCC - Porto Alegre

Curso de
Administração de Empresas

Habilitação em
Recursos Humanos


AS RELAÇÕES DE CONFIANÇA:
ESTUDO DE CASO NA STEMAC

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Para quem pensa que o livro impresso vai acabar...


Estudo indica que leitores preferem jornal a internet

Quando se tira a variável preço, igualando os jornais impressos ao acesso livre de noticiário na internet, a preferência pela leitura recai no formato papel. E isso vale até mesmo para as faixas etárias mais jovens. Seria como se, em uma situação hipotética, numa sala de espera houvesse disponível jornais e uma tela de computador com noticiário. Cerca de 60% das pessoas entre 16 e 29 anos escolheriam se informar pelo jornal. Já no caso dos que têm entre 50 e 64 anos, esse índice pularia para 73% do universo pesquisado.

O estudo feito pela consultoria PricewaterhouseCoopers em parceria com a Associação Mundial de Jornais indica que os jornais impressos têm futuro a longo prazo. "A pesquisa é positiva especialmente no momento em que tanto se fala da forte retração de vendas e queda de receita publicitária no mercado americano e, por tabela, do enfraquecimento do negócio dos jornais", avalia Ricardo Pedreira, diretor executivo da Associação Nacional de Jornais (ANJ). Realizada em sete países com população de alto poder aquisitivo e consumidores de jornais em escala, o levantamento entrevistou 4.900 pessoas

Os entrevistados foram leitores, editores, anunciantes e também profissionais de comunicação dos EUA, Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Holanda e Suíça. "Sabemos que o modelo de negócio vai mudar. Não há fórmula sugerida no trabalho encomendado pela WAN, mas há uma luz ao indicar o valor que se dá ao meio jornal e depois, como já percebem algumas empresas, prevê-se que o modelo de negócio rentável vai combinar jornais impressos , que não desaparecerão, com versões online." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Ortografia após a reforma (3)...

* F *
- fim de semana
- feijão-verde
- fim de tarde
- fins-d´água
* G *
- general de divisão
- Guaíba
- guineense
- geo-história
- guichê
*I*
infantojuvenil
* M *
- mal-estar
- mal-entendido
- malmequer
- mão de obra
- mão de vaca
- mão-inglesa
- maoista (sem acento)
- mal-humorado
- mal-limpo
- mal-francês (sífilis)
- mau-caratismo
- maria vai com as outras
- megaoperação
- meio ambiente
- Méier (com acento)
- mesa-redonda
- micro-ondas
- mini-hotel
- multiuso
* N *
- não agressão
- não aliado
- não violência
- norte-rio-grandense

domingo, 10 de maio de 2009

Revisão de textos - Porto Alegre


Televisão digital - Desafios para a Comunicação
Sebastião Squirra e Yvana Fechine (orgs.)
Editora Sulina

A Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação, COMPÓS, realizará o seu XVIII Encontro Anual na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, de 02 a 05 de junho de 2009. O livro Televisão digital - Desafios para a Comunicação está sendo editado pela Sulina para o evento.

Mais informações sobre o encontro em http://www.pucminas.br/compos/2009/

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Morin no Prefácio que fez para o L'An Zéro de L'Allemagne

A cada uma de minhas escapadas para Paris, contava minhas experiências e descobertas a meus amigos Robert Antelme, Dionys Mascolo e Marguerite Duras. Robert Antelme, que se safara miraculosamente da morte no campo de concentração de Dachau, havia decidido criar uma pequena editora e sugeriu que eu escrevesse um livro sobre a Alemanha a partir do que eu lhe contava. A princípio, para a narrativa de sua experiência no campo de concentração, ele havia escolhido o título “O Ano zero”, mas desistiu dele, substituindo-o por “A espécie humana”, deixando o Ano zero para meu livro. Em Baden Baden, comecei a escrever nas horas vagas e também à noite entre os amigos. Eles conversavam, e eu escrevia.
A partir de minhas experiências, das permanências nas diversas zonas e dos boletins de informação americanos e britânicos, reuni inumeráveis notas que depois organizei, unindo ou separando-as por temas e, em seguida, elaborei os esboços dos capítulos. Talvez tenha retirado indevidamente deste livro os episódios pessoais como os encontros com Heidegger, a entrega à esposa do marechal von Paulus da primeira carta que ela recebera de Stalingrado, as visitas a Berchtesgaden, minhas idas a Berlim, minhas relações pessoais com antinazistas que se tornaram meus amigos e tantos outros acontecimentos que agora me vêm à memória. O Ano zero da Alemanha foi o primeiro livro publicado após a liberação cujo conteúdo não era antialemão. Rejeitei a ideia de uma culpabilidade do povo alemão em favor da ideia da responsabilidade que o futuro Estado deveria assumir reparando os danos causados pelo nazismo.

Morin e o editor Luis Gomes.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Ortografia após a reforma (2)...

* C *
- café-expresso
- café com leite
- café da manhã
- café-soçaite
- carboidrato
- calcanhar de aquiles
- cão de guarda
- camisa de vênus
- cauipe
- cheiinho
- circum-escolar
- circum-meridiano
- circum-navegação
- cirurgião-dentista
- Citroën
- coautor
- coexistência
- coerança
- coerdeiro
- comum de dois
- contracheque
- conta-corrente
- corréu
- cor-de-rosa
- cor de vinho
- contrarregra
- contrassinal
* D *
- dáblio
- dia a dia (em qualquer hipótese)
- destróier (com acento)
- defensor público
- diretor-geral
- diretor-secretário
- dói (verbo)
- dois-pontos
- erva-doce
* E *
- enjoo

sábado, 2 de maio de 2009

Ortografia após a reforma (1)...


Apresentamos uma lista das principais dúvidas em relação à nova ortografia.
A contribuição é do Professor Myrson Lima.

* A *
á-bê-cê ou abecê
ab-rupto (ou abrupto) (mesma pronúncia)
abelha-macho ou abelha-macha
acriano
afro-baiano
água-de-colônia
água de cheiro
água de coco
água-viva
alto-comando
alto-astral
alto-comissário
algodão-doce
amigo-secreto
amigo da onça
anéis
ano-novo
ano-luz
anteaurora
anti-inflacionário
antirrepublicano
antissemita
anzóis
à queima-roupa (agora com hífen)
arco-da-velha
arraia-miúda
arroz-doce
asa-delta
assembleia
à toa (em qualquer hipótese)

* B *
Baía de Todos-os-Santos
baiuca
boa-tarde (substantivo)
benfeito
benquisto
benquerer
boca de fogo
bom-senso
bom-tom
bumba meu boi
bico de papagaio (formação óssea)
bico-de-papagaio (planta)
boa-fé
blá-blá-blá
bem-vindo (Benvindo, antropônimo)
bilíngue (sem trema)
bem-me-quer
bola de neve
bola-de-neve (arbusto)
Imagem de Jonathan Wolstenholme.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Tirinhas...

Clique para ampliar a imagem.

Com bom humor, Orlandeli leva o Acordo Ortográfico para as tirinhas...

Vale a pena conferir! Em sala de aula, são uma ótima opção!

domingo, 5 de abril de 2009

Revisão de textos – Porto Alegre


O mistério da conjunção: Ensaios sobre comunicação, corpo e socialidade de Maffesoli está sendo revisado novamente para a sua segunda edição aqui no Brasil (editora Sulina). A tradução é de Juremir Machado da Silva.


Comprei o VOLP



Última versão da Academia Brasileira de Letras.

sábado, 28 de março de 2009

Dia do revisor e do diagramador!



Parabéns a todos!!




quarta-feira, 11 de março de 2009

Livro novo!


Este livro não foi revisado pela Revisão Textual. Apenas prestei assessoria linguística, esclarecendo algumas dúvidas que ficaram pendentes. Adorei fazer esse trabalho, foi muito interessante!
Novo Manual Básico de Criminologia, de Carlos Alberto Elbert.
Tradução do Professor Doutor Ney Fayet.
Editora Livraria do Advogado.
Em: http://www.porliniers.com/

segunda-feira, 2 de março de 2009

Notícias sobre a Reforma: prefixos RE e CO


Saiu na FSP 14/01/2009

ABL lança dicionário e põe fim a dúvidas do Acordo. Nova edição traz grafia definitiva de palavras, diz a Academia Brasileira de Letras. As principais indefinições que o dicionário esclarece são em relação ao uso do hífen, em prefixos não especificados no Acordo.

"Re-editar" ou "reeditar"? "Coabitar" ou "co-habitar"? As principais dúvidas que o texto do Acordo Ortográfico, em vigor desde o dia 1º, havia deixado foram esclarecidas pela publicação da segunda edição do dicionário da ABL (Academia Brasileira de Letras), que começou a ser distribuído ontem nas livrarias.

O "Dicionário Escolar da Língua Portuguesa", editado pela Companhia Editora Nacional, tem 1.311 páginas e cerca de 33 mil verbetes. "O que está no dicionário vai ser adotado pelo VOLP ["Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa"], diz Evanildo Bechara, membro da ABL e da comissão de língua portuguesa do Ministério da Educação que trata do Acordo.

VOLP é o documento que registra a grafia oficial das palavras. A nova versão, com cerca de 370 mil palavras da língua portuguesa, será publicada até o início de março.

Hífen. As principais dúvidas que o dicionário esclarece são em relação ao uso do hífen. De acordo com Bechara, o Acordo não tratava dos prefixos "re", "pre" e "pro" por "esquecimento".

Palavras com esses prefixos, segundo o novo dicionário, devem ser grafadas sem hífen, como "reeditar" e "preencher" - e não "re-editar" e "pre-encher", como interpretaram alguns estudiosos no Acordo.

O Acordo diz que duas vogais têm que estar separadas por hífen, mas se esqueceu do [prefixo] "re". Teria que estar separado, mas isso se choca com a tradição lexicográfica, tanto em dicionários brasileiros como em portugueses", diz Bechara. "Se o Acordo quisesse contrariar essa tradição, teria sido explícito, o que não ocorreu. Logo, a conclusão é a de que houve um esquecimento."A tradição é um dos princípios do Acordo, segundo a ABL. O quarto e último princípio geral afirma que o Acordo deve: "Preservar a tradição ortográfica refletida nos formulários e vocabulários oficiais anteriores, quando das omissões do texto do Acordo". "O texto do Acordo é curto, não ia abranger as mais de 300 mil palavras que há no VOLP", afirma Bechara.

Outra dúvida que o dicionário esclarece é a grafia da palavra "abrupto". O dicionário diz: ""Ab-rupto" é preferível a 'abrupto' - ou seja, as duas formas são consideradas corretas, mas o ideal é usar a hifenizada. Para Bechara, 'ab-rupto' não deve causar estranhamento". As escolas devem priorizar a forma com hífen, disse.


Imagem de Pablo Picasso (retirada da internet).

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Exercícios sobre ortografia



Instrução: utilize o texto abaixo para responder à questão 1.

Língua é caráter. O português brasileiro é mais anasalado do que o de Portugal. Eles dizem “ao” onde nós ..................... “ão”, por isso a nossa “corrupção” ............... maior, tem a força descritiva de um superlativo. (...) Nosso português, liberado pelo nosso tamanho, nos .................. só aos grandes pecados. A culpa não é nossa, é da geografia. Espaço é destino. Ditongo nasal é destino. (L.F. Verissimo)

1. (UFRGS) Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas pontilhadas.
(A) dizemos – paresse – compeliria
(B) dizemos – parece – compeliria
(C) dizemos – paresce – compiliria
(D) dissemos – parece – compiliria
(E) dissemos – paresce – compeliria

2. Leia o texto.

Chama-se ............... um conjunto de tubos e seus diversos ............... . Tubos, por sua vez, são condutos fechados, destinados principalmente ao transporte de fluidos. ............. em alguns casos, apresentam-se como cilindros ocos.

Selecione a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
(A) tubulação – ascessórios – exceto
(B) tubulassão – assessórios – eceto
(C) tubulasão – acessórios – esseto
(D) tubulação – acessórios – exceto
(E) tubulação – ascessórios – exceto

3. (UFRGS) Em qual dos “slogans” abaixo se encontra erro de grafia?
(A) Previna-se! Viaje sempre em boa companhia.
(B) Adquira aqui seu novo guia de viagem.
(C) Estenda sua capacidade de atuar.
(D) Nossa assistência técnica é uma extensão de sua garantia.
(E) Chegou a sua vez! Participe dos movimentos contextatórios.

4. (ULBRA) Assim como viagem, são grafadas:
(A) selvageria – ageitar – nogento
(B) geitoso – vertigem – cafageste
(C) geito – selvagem – genipapo
(D) selvageria – massagem – vertigem
(E) viagem – garagem – mensajem

5. Complete as lacunas corretamente:
ascen.....orista
preten.....ioso
conver.....ível
excur....ao
e....agero
deze....eis
exce...ão
repul...ivo
tran....exual
deten....ão
exce....ivo
obse....ão
di....ente
a....iduidade
rece....ão

Para ver as respostas, passe o mouse entre os asteriscos

*Gabarito:
01 B
02 D
03 E
04 D
05 – ascensorista, pretensioso, conversível, excursão, exagero, dezesseis, exceção, repulsivo, transexual, detenção, excessivo, obsessão, discente, assiduidade, recessão.
*


terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

No prelo... (revisão de textos)

O ano zero da Alemanha, de Edgar Morin, será publicado pela editora Sulina em breve. No momento, está em processo de revisão linguística. Foi traduzido por Edgard de Assis Carvalho e
Mariza Bosco.

Abordará, por exemplo, as seguintes questões:
* O que aconteceu com o povo alemão?
* Como o fascismo instaurou-se na Alemanha?
* O que pensa esse povo?

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Classes das palavras - Substantivos

Substantivo é a palavra que nomeia tudo o que existe e também o que imaginamos. Pode ser classificado como:

· comum ou próprio - nuvem/Porto Alegre
· simples ou composto - casamento/ lua de mel
· primitivo ou derivado - cinza/cinzeiro
· concreto ou abstrato - bailarina/felicidade

Quanto ao gênero, podem ser:

· Biformes - possuem duas formas, uma para o feminino e outra para o masculino. Ex.: cabra/bode.

· Uniformes - possuem apenas uma forma para os dois gêneros. Subdividem-se em:

a) Epicenos – apenas uma forma para os dois gêneros, em que a distinção é feita através das palavras macho e fêmea. Ex.: cobra macho/cobra fêmea.

b) Comuns de dois gêneros – apenas uma forma para os dois gêneros, em que a distinção é feita por um determinante (artigo, pronome, adjetivo...). Ex.: a pianista/o pianista.

c) Sobrecomuns – apenas uma forma para os dois gêneros. Não é possível fazer a distinção pelos determinantes. A distinção pode ser feita pela expressão: do sexo masculino/do sexo feminino. Ex.: a pessoa, a criatura, a criança, o cônjuge.

Os substantivos podem estar no singular ou no plural.
Vejamos como ocorre a formação de plural nos substantivos simples:

a) Regra geral: o plural é formado pelo acréscimo da desinência -s. Ex.: casa/casas, pérola/pérolas.

b) Termos terminados em -ão: plural em -ões, -ães ou ãos. Ex.: questão/questões, decisão/decisões, órgão/órgãos.

c) Terminados em -r, -z: acréscimo de -es. Ex.: lar/lares, juiz/juízes.

d) Terminados em -s: acréscimo de -es quando forem oxítonos; invariáveis quando não forem oxítonos.
Ex.: país/países, lápis/lápis.
e) Terminados em -l: substitui-se o -l por -is.Ex.: papel/papéis, álcool/álcoois. Exceções: mal/males, cônsul/cônsules.

f) Terminados em -m: trocam -m por -ns. Ex.: item/itens.

g) Terminados em -x: são invariáveis. Ex.: látex/látex, xerox/xerox.

h) Terminados em -zinho: pluraliza-se a palavra primitiva sem o -s e a terminação.
Ex.: balão + zinho = balõe(s) + zinhos = balõezinhos; coração + zinho = coraçõe(s) + zinhos = coraçõezinhos.


Nos substantivos compostos, a formação do plural ocorre de forma distinta:

a) Flexionam-se os substantivos, os adjetivos, os numerais e os pronomes sem preposição entre eles.
Ex.: primeiro (numeral) - ministro (substantivo) = primeiros-ministros.

b) Verbos, advérbios e demais palavras invariáveis não são flexionadas. Ex.: vira (verbo) - lata (substantivo) vira-latas.

c) Quando há palavras ligadas por preposição, apenas a primeira é flexionada.
Ex.: mula sem cabeça/mulas sem cabeça.

d) Nas palavras que se repetem ou nas onomatopaicas só o segundo elemento é flexionado.
Ex.: pingue-pongue/pingue-pongues; tique-taque/tique-taques.

e) Quando o segundo elemento limita ou determina o primeiro, apenas o primeiro é flexionado. Ex.: caneta-tinteiro/canetas-tinteiro
.

Exercícios comentados sobre substantivos


(PETROBRAS) Assinale a opção que só contenha substantivos biformes:
a) onça - jacaré - tigre
b) aluno - homem - carneiro
c) artista - estudante - jornalista
d) pessoa - criatura - criança
e) pianista - catequista - boneca

*Resposta: letra B. Substantivos biformes são aqueles que possuem duas formas, ou seja, uma para o feminino e outra para o masculino. Na letra A, são todos epicenos: substantivos que designam animais; na C, são comuns de dois gêneros e na D são sobrecomuns. *

(TJ-DF) Assinale a opção que contém um substantivo do gênero feminino:
a) anátema, telefonema, teorema, trema
b) edema, ágape, caudaeclipse, champanha
c) eclipse, lança-perfume, dinamite, estratagema
d) alvará, guaraná, plasma, proclama
e) dó, cãtrema, fibroma, grama (unidade de peso)

*Resposta: letra C. A palavra dinamite é um substantivo feminino. *

(TRT-DF) Assinale a opção em que um dos substantivos é do gênero masculino:
a) omelete, aluvião, análise
b) cal, derme, champanha
c) ênfase, alface, cataplasma
d) comichão, aguardente, bacanal
e) libido, sentinela, hélice

*Resposta: letra B. O único vocábulo masculino é champanha. *

(TJ-AL) Abaixo encontramos cinco pares de substantivos. Todos, ao mudarem de gênero, mudam de significado, exceto:
a) o cabeça / o capital
b) o rádio / o moral
c) o lotação / o lente
d) o alfaiate / o coma
e) o nascente / o guia

*Resposta: Não há troca de sentido apenas na letra D, o alfaiate. *

(TALCRIM-SP) Assinale a opção em que o artigo determina corretamente o gênero do substantivo:
a) O mascote do regimento veste farda vermelha.
b) O dinamite foi inventado por Alfred Nobel.
c) Todos os anos a gente pode observar o eclipse da lua.
d) A lança-perfume foi proibida no Brasil durante o governo de Jânio Quadros.
e) Eles participaram de um grande bacanal.

*Resposta:
letra C. É correto dizer: a mascote, a dinamite, o lança-perfume e uma grande bacanal. *

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Pré-lançamento - Editora Sulina


Além de estar inserida e conformada a uma nova economia (em que estão presentes novas formas de consumo, o fetiche, a moda etc.), a urbanidade do século XIX é extremamente marcada pela relação com a tecnologia. A técnica é um dos instrumentos que o cidadão usa para olhar e conceber modernamente o mundo ao seu redor. O cidadão fascina-se pela Máquina, fetichizando-a (como com a cidade) e transformando-a em índice do progresso e imagem máxima do novo.
Se a cidade moderna é o espaço onde atuam as paixões metropolitanas, os aparatos tecnológicos e as máquinas estabelecem uma espécie de percepção temporal para os sujeitos modernos. Como se a velocidade dos novos meios de transporte ou dos motores das fábricas traduzisse o avanço e a rapidez da cultura dessa época. Símbolos de uma nova era, provas e portas de acesso ao progresso da humanidade, as máquinas também dão uma ideia de centralidade e controle, assim como a metrópole.
A tecnologia diminui distâncias e tempos, faz a diferença mais próxima, define e redefine, para o cidadão, novos cenários a cada instante. Para o sujeito cosmopolita, especialmente, ela é quase tão importante quanto a metrópole, pois ela representa grande parte do repertório que o distingue de um provinciano. Contudo, não apenas um cego otimismo e a confiança absoluta no progresso predominam nessa relação. Pelo contrário, já que, para a grande maioria dos pensadores europeus a partir da metade do século XIX, progresso e decadência caminham lado a lado, e esses dois conceitos estão claramente vinculados à noção de técnica

sábado, 17 de janeiro de 2009

Reforma Ortográfica - Minúsculas e Maiúsculas


A letra minúscula inicial é usada em:

a) nomes de dias, meses, estações do ano: sexta-feira, junho, verão.

b) pontos cardeais (mas não nas suas abreviaturas): norte, sul, leste, oeste.

c) senhor doutor Ney Fayet, bacharel Vinícius Machado, santa Filomena (opcionalmente, também com maiúscula).

d) nomes que designam domínios do saber, cursos e disciplinas: português (ou Português), matemática (ou Matemática); línguas e literaturas modernas (ou Línguas e Literaturas Modernas) (opcionalmente, também com maiúscula).

A letra maiúscula inicial é usada em:
a) antropônimos, reais ou fictícios: Branca de Neve, D. Quixote, Sancho Pança.

b) topônimos, reais ou fictícios: Lisboa, Luanda, Maputo, Rio de Janeiro, Atlântida, Hespéria.

c) nomes de seres antropomorfizados ou mitológicos: Adamastor, Édipo, Electra.

d) nomes que designam instituições: Instituto de Letras.

e) nomes de festas e festividades: Natal, Páscoa, Ramadão.

f) títulos de periódicos, que retêm o itálico: Correio do Povo, Zero Hora, O Estado de São Paulo, Veja, IstoÉ.

g) pontos cardeais ou equivalentes, quando empregados absolutamente: Nordeste, por nordeste do Brasil, Norte, por norte de Portugal, Ocidente, por ocidente europeu, Oriente, por oriente asiático.

h) siglas, símbolos ou abreviaturas internacionais ou nacionalmente reguladas com maiúsculas, iniciais ou mediais ou finais ou o todo em maiúsculas: FAO, NATO, ONU; H­2O, Sr., V. Ex.ª.

i) Opcionalmente, em palavras usadas reverencialmente, aulicamente ou hierarquicamente, em início de versos, em categorizações de logradouros públicos (rua ou Rua da Liberdade, largo ou Largo dos Leões, de templos (igreja ou Igreja do Bonfim, templo ou Templo do Apostolado Positivista), de edifícios (palácio ou Palácio da Cultura, edifício ou Edifício Azevedo Cunha).

Obs.: As disposições sobre os usos das minúsculas e maiúsculas não obstam a que obras especializadas observem regras próprias, provindas de códigos ou normalizações específicas (terminologias antropológica, geológica, bibliológica, botânica, zoológica, etc.), promanadas de entidades científicas ou normalizadoras, reconhecidas internacionalmente.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Respostas do teste anterior - Sobre crase (1)


1. Os amigos foram à cidade, às pressas, às 7 horas. 2. À colega Liziane, durante a reunião, os colegas fizeram alusão. 3. Obedeço às regras da editora. 4. Referiram-se a Roma. 5. Referiram-se à Roma de César. 6. Viram as placas a distância. 7. Pedi a ele que ficasse à distância de dois metros da escola. 8. Cheguei a casa cedo. 9. Cheguei à casa de meus pais. 10. Vou à esquina. 11. A menina a quem ofereceram rosas não está mais namorando.12. Viso àquele emprego. 13. Prefiro isto àquilo.14. Vendem-se livros a partir de R$10. 15. Fiz referências a algumas leis. 16. Às 20 horas, tenho um compromisso. 17. Elas saíram do trabalho às 18 horas. 18. Fui à Bahia.19. Fui a Salvador. 20. Irei a Portugal assim que puder.21. Dei os livros a sua irmã. (opcional) 22. Entreguei os relatórios a suas colegas. 23. Chegaremos até a esquina. (opcional) 24. Comuniquei as mudanças a Jaqueline. (opcional) 25. A enfermeira assistiu a enferma com dedicação.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Teste sobre a Reforma Ortográfica (Zero Hora)

Vale conferir!!



http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2352682.xml&template=3898.dwt&edition=11412&section=1015



Obra de Salvador Dalí (imagem retirada da internet).

Este é o lápis que o Vini Xavier criou para a Revisão Textual:


quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Sobre a crase... (1)

Antes de postar dicas sobre crase, colocarei aqui um exercício sobre esse assunto para testar seus conhecimentos...

Exercício - Complete as frases com crase se for necessário.
1. Os amigos foram a cidade, as pressas, as 7 horas.
2. A colega Liziane, durante a reunião, os colegas fizeram alusão.
3. Obedeço as regras da editora.
4. Referiram-se a Roma.
5. Referiram-se a Roma de César.
6. Viram as placas a distância.
7. Pedi a ele que ficasse a distância de dois metros da escola.
8. Cheguei a casa cedo.
9. Cheguei a casa de meus pais.
10. Vou a esquina.
11. A menina a quem ofereceram rosas não está mais namorando.
12. Viso aquele emprego.
13. Prefiro isto aquilo.
14. Vendem-se livros a partir de R$10.
15. Fiz referências a algumas leis.
16. As 20 horas, tenho um compromisso.
17. Elas saíram do trabalho as 18 horas.
18. Fui a Bahia.
19. Fui a Salvador.
20. Irei a Portugal assim que puder.
21. Dei os livros a sua irmã.
22. Entreguei os relatórios a suas colegas.
23. Chegaremos até a esquina.
24. Comuniquei as mudanças a Jaqueline.
25. A enfermeira assistiu a enferma com dedicação
.

Logo postarei as respostas, mas se desejar recebê-las antes, envie um e-mail para patricia_aragao@yahoo.com.br

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Dicas de Português - Parte 6


- N -
Namorar com ou o? - Sempre “o”, pois namorar é um verbo transitivo direto que não pede preposição. Gostaria de namorar o Rodrigo.

- O -
Omoplata - Palavra feminina.
Ou seja - Sempre entre vírgulas (ou com traço antes e vírgula depois).

- P -
Palavra-chave – Com hífen. Plural: palavras-chave.
Panorama geral - Redundância.
Ponto de vista - Sem hífen.
Por cada - Não use, pois é cacofônico.
Põe e põem - Ele põe (singular). Eles põem (plural). O mesmo ocorre com os verbos derivados, isto é, repõe/repõem; compõe/ compõem.
Porcentagem/percentagem - As duas formas estão corretas.
Porque - Jamais: Ficou triste "por causa que" ninguém veio ao chá de panela. A locução não existe, use sempre porque.
Possuir - A biblioteca possui diversos livros. Nunca: possue, atribue, polue, inclue...
Prazeroso - Sem i.

- S -
Se ou se caso? - A expressão ‘se caso’ é redundante. Use uma ou outra: Se você não pode, irei sozinha. / Caso você não possa, irei sozinha. Jamais: Se caso você não vá, irei ainda assim.
Seção - quando se referir a partes de uma publicação ou de um todo; sessão, quando houver a idéia de reunião, espetáculo ou trabalho; cessão, para o ato de ceder (cessão de direitos).
Sic - Significa "assim mesmo", indicando, nas citações, que um texto foi reproduzido fielmente.

- T -
Tachar/taxar - Tachar corresponde a "acusar”, “censurar”, "pôr defeito em". Taxar, com x, corresponde a "impor tributos a".
Tão só, tão somente - Antes da Reforma Ortográfica era com hífen. Entretanto, agora são grifados sem hífen.
Terceiro Mundo, Primeiro Mundo, terceiro-mundista, primeiro-mundista - Use-as dessa forma.

- V -
Via de regra – Use “em geral”

domingo, 7 de dezembro de 2008

Reforma ortográfica - Trema

Adote um Trema*

O Trema está se oferecendo para, a partir do próximo ano, assumir uma vaga de Dois-Pontos. E ele conta conosco. Vejam, ele se dispõe a sair da horizontal e passar os dias na vertical. Ele pede a nossa ajuda. Em primeiro de janeiro, adotem um Trema: não deixem de colocar Dois-Pontos em seus escritos.

O trema não será mais utilizado nas palavras de língua portuguesa, mas será mantido em nomes estrangeiros: Müller.

* Texto de Eduardo Trindade, retirado do blog Cadê o revisor?

Dicas de Português - Parte 5


- I -
Ibero – sem acento: ibero-americano.
Incipiente/Insipiente - O primeiro significa “iniciante”; o segundo, “ignorante”.
Índice/sumário - O índice fica no final do livro (é a remissão de palavras/assuntos importantes usados no texto); o sumário fica no início do livro (é o conjunto dos títulos de capítulos e seus subtítulos mais importantes).
Infarto, enfarte, enfarto - As três formas estão corretas.
Infligir - Significa impor. O juiz infligiu uma severa punição aos réus. Jamais: infliNgir.
Infringir - Significa transgredir. O motorista infringiu as leis do trânsito.
Intermediar - Ela intermedeia a negociação. "Intermedia" é incorreto. Mediar e intermediar são conjugados como o verbo odiar: Ela intermedeia (ou medeia) a negociação. Remediar, ansiar e incendiar também seguem essa norma: elas remedeiam, (que) eles anseiem, eu incendeio.
Intervir - O governador "interviu"? Não. Intervir conjuga-se como vir, logo, o governador interveio.
Implicar – Com significado de “acarretar” é um verbo transitivo direto, ou seja, não acompanhado por preposição. Ex.: A sua atitude implica demissão.
Itens - Sem acento, assim como item.

- L -
Lato sensu – E não latu senso.
Lembrar – Lembrar alguma coisa: Marta lembrou a infância. E lembrar-se de alguma coisa: Marta lembrou-se da infância.
Longo prazo - Sem hífen.

- M -
Mais de um - Ontem, mais de um aluno faltou. O verbo permanece no singular.
Mão de obra - Após a Reforma Ortográfica, sem hífen.
Mal - Opõe-se a bem, enquanto mau opõe-se a bom.
Mal-entendido - Com hífen.
Mal-estar - Com hífen.
Matéria-prima - Com hífen.
Meio-dia e meia - Correto. Meio-dia e meia (hora), e não meio: meio-dia e meio.
Meio (advérbio) - Jamais: Bernadina era "meia" esquecida. Meio, advérbio, não varia: meio esquecida. Pode-se substituir por "um tanto".
Meio ambiente - Sem hífen.
Mexer - Com x.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Reforma ortográfica - Acentuação (3)

4. Não será usado o acento diferencial dos pares pára/para, péla(s)/pela(s), pêlo(s)/pelo(s), pólo(s)/polo(s) e pêra/pera.

Antes..........................................Depois
Menino, pára para comer!.............Menino, para para comer!
Dani foi ao pólo Sul. ......................Dani foi ao polo Sul.
Scooby tem muitos pêlos. .............Scooby tem muitos pelos.
Comi uma pêra. ............................Comi uma pera.

Importante:
• Permanece o acento diferencial em pôde/pode.
Ela pôde (pretérito perfeito) sair mais cedo ontem.
Ela pode (presente) sair mais cedo.

• Permanece o acento em pôr (verbo) para diferenciá-lo da preposição por.

• Permanecem os acentos que diferenciam o singular e plural dos verbos ter e vir e derivados (manter, conter, convir, intervir etc.).

Jardson tem dois livros. / Leonardo e Jardson têm dois livros.

Daniel vem de Canoas. / Daniel e Josiane vêm de Canoas.

• É facultativo o uso do acento circunflexo para diferenciar as palavras forma/fôrma.

5. Não será usado o acento agudo no u tônico das formas (tu) arguis, (ele) argui, (eles) arguem, do presente do indicativo dos verbos arguir e redarguir.

Imagem de Artes e Letras.

Centésimo livro revisado pela Revisão Textual


Sociologia do Imaginário, de Patrick Legros, Frédéric Monneyron, Jean-Bruno Renard e Patrick Tacussel, editado pela Sulina, foi o centésimo livro revisado pela Revisão Textual.


Diagramação: Clo Sbardelotto
Capa: Vitor Hugo Turuga

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Reforma ortográfica - Acentuação (2)

2. Nas palavras paroxítonas, não será usado acento no i e no u tônicos após ditongo.

Como são.....................Como ficarão
baiúca.......................... baiuca
bocaiúva.......................bocaiuva
feiúra............................ feiura

Importante: quando a palavra é oxítona e o i ou o u estiverem em posição final (ou
seguidos de s), o acento permanece. Exemplos: tuiuiús, Piauí.

3. Não será utilizado acento nas palavras terminadas em êem e ôo(s).

Como são.....................Como ficarão
abençôo.......................abençoo
crêem (verbo crer).......creem
dêem (verbo dar)......... deem
dôo (verbo doar).......... doo
enjôo............................ enjoo
lêem (verbo ler)............ leem
vêem (verbo ver)...........veem
vôos.............................. voo
zôo................................ zoo

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Curiosidade

De aorcdo com uma peqsiusa
de uma uinrvesriddae ignlsea,
não ipomtra em qaul odrem
as Lteras de uma plravaa etãso,
a úncia csioa iprotmatne
é que a piremria e útmlia Lteras
etejasm no lgaur crteo.
O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol,
que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea.
Itso é poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa,
mas a plravaa cmoo um tdoo.

Sohw de bloa.


Imagem de Rob Gonsalves, The library
(retirada da internet)

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Quais são os itens de um TCC?

Elementos Pré-textuais
Capa
Lombada
Folha de Rosto
Errata
Folha de Aprovação
Dedicatória
Agradecimentos
Epígrafe
Resumo em Português
Resumo em Língua Estrangeira
Lista de Ilustrações
Lista de Tabelas
Lista de Abreviaturas e Siglas
Lista de Símbolos
Sumário

Elementos Textuais
Introdução
Desenvolvimento
Conclusão

Elementos Pós-textuais
Referências
Glossário
Apêndices
Anexos
Índices

domingo, 16 de novembro de 2008

Reforma ortográfica - Acentuação (1)

O herói de chapéu na plateia.

Não será mais usado o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (acento tônico na penúltima sílaba).

Como são.............. Como ficarão

alcatéia....................alcateia
bóia.........................boia
colméia...................colmeia
debilóide.................debiloide
estréia.....................estreia
geléia......................geleia
heróico...................heroico (mas herói)
idéia....................... ideia
jóia.........................joia
platéia....................plateia

Importante: esta regra não é valida para as palavras oxítonas. Dessa forma continuam acentuadas as oxítonas terminadas em éis, éu, éus, ói, óis. Exemplos: papéis, herói, heróis, troféu, troféus.

sábado, 15 de novembro de 2008

Revisão de textos, Porto Alegre - Lançamento!!


Este livro, da editora Sulina, propõe uma abordagem diferenciada dirigida a professores, pesquisadores e alunos de graduação. Os temas ciência, método, técnicas e prática profissional são objeto de análise por um elenco de professores, organizados de forma a responder às indagações e aos questionamentos sobre os procedimentos metodológicos adotados nos Trabalhos de Conclusão de Curso. É uma obra que convida orientadores e alunos do curso de Administração a enfrentarem os desafios que envolvem esse trabalho com serenidade e com segurança para alcançar o esperado sucesso junto à banca examinadora.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Dicas de português - Parte 4

- F -
Faltam dez dias - O verbo concorda com o sujeito.
Faz dez dias - Indicando tempo cronológico, ficará sempre no singular.
Fax - O plural de fax é faxes.
Fim de semana - Sem hífen.
Fluir/Fruir - O primeiro significa “correr em estado fluido”; o segundo, “possuir”, “usufruir”.


- G -
Giz - O plural é gizes.
Gratuito - Sem acento.
Grosso modo - E não a grosso modo. Significa em termos genéricos, sem por menores.

- H -
Há muito tempo atrás – Redundância. Use: Há muito tempo.
Habeas corpus – Sem acento.
Haja vista - A expressão não varia: Haja vista tua dedicação, serás aprovado no concurso
Hífen - Com acento. Mas hifens, sem acento!
Hora extra - Sem hífen.
Haver ou a ver? - O problema não tem "haver" contigo. ERRADO. O problema, na verdade, não tem a ver contigo. Da mesma forma: Tem tudo a ver conosco.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

TCC - Como especificar as referências?

Uma das dúvidas dos alunos durante a realização do Trabalho de Conclusão de Curso é a disposição dos dados, que devem indicar a bibliografia de apoio utilizada. Vejamos a seguir.

* LIVRO
SOBRENOME, Prenome. Título: subtítulo. Edição. Local: Editora, ano de publicação. nº de pág. (opcional).

Ex.: GOYARD-FABRE, Simone. Os princípios filosóficos do direito político moderno. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

* CAPÍTULO DE LIVRO
SOBRENOME, Prenome (autor do capítulo). Título. In: SOBRENOME, Prenome (organizador da obra - Org.). Título. Local: Editora, ano. pág. inicial-final.

Ex.: SCHWARTZMAN, Simon. Como a Universidade está se pensando? In: PEREIRA, Antonio Gomes (Org.). Para onde vai a Universidade brasileira? Fortaleza: UFC, 1983. p. 29-45.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

TCC - Trabalho de Conclusão de Curso

Nos TCCs, algumas expressões são utilizadas para citar os autores que embasam a teoria estudada. Vejamos:

a) apud - citado por, conforme, segundo;
b) ibidem ou ibid. - na mesma obra;
c) idem ou id. - igual à anterior;
d) opus citatum ou op. cit. - obra citada;
e) passim - aqui e ali;
f) sequentia ou seq. - seguinte ou que se segue;
g) s ou ss. – página seguinte ou páginas seguintes;
h) et al. – e outros (autores);
i) sic - assim, ou assim mesmo;

j) e.g.exempli gratia = por exemplo;
k) v.g.verbi gratia = por exemplo.

Livros, de Van Gogh

(imagem retirada da internet)

Teste seu conhecimento


Observe se as palavras em itálico estão grifadas de acordo com as novas normas ortográficas.

a) Ontem, precisei comprar antiinflamatórios.
b) O contra-atacante do time sofreu uma lesão no tornozelo.
c) Em janeiro, farei autoescola para obter a carteira de motorista.
d) O filme a que assistimos era superrealista.
e) Na série Heroes, Peter não vence o seu arqui-inimigo.
f) O micro-ônibus está à disposição dos alunos.
g) Vou procurar nos classificados um carro seminovo.
h) Sejam todos benvindos!
i) Um sem-número de candidatos faltou no dia da prova.
j) Haverá uma reunião extraoficial no turno da tarde.







Respostas: (C) Certo (E) Errado
a) E - b) C - c) C - d) E - e) C - f) C - g) C - h) E - i) C

domingo, 9 de novembro de 2008

Dicas de português - Parte 3

- D -

Descriminar/discriminar - O primeiro equivale a “inocentar"; o segundo, a "distinguir".
Despercebido/desapercebido - "Despercebido" significa "não visto". Por exemplo: O aluno passou despercebido pelo professor. "Desapercebido" tem o sentido de "desprovido".
Destroem - Sem acento.
Disenteria - E não desinteria.

- E -

Eis aqui - Redundância.
Elo de ligação - Redundância.
Em nível de - Use "em termos de" ou "no âmbito de".
Em vez de - Em vez de pizza, preferimos massa. Significa ‘no lugar de’. Ao invés de = Ao invés de ficar em casa, resolveu sair. Equivale a ‘ao contrário de’.
Embriaguez - Com z.
Emigrar/imigrar - Emigrar significa sair de um país para se fixar em outro; imigrar, entrar em um país para viver nele.
Eminente/iminente - O primeiro significa “ilustre”; o segundo, “prestes a acontecer".
Encarar de frente - Redundância.
Et al. - Com ponto final.
Etc. - Com ponto final.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Reforma ortográfica - Sobre o hífen (parte 2)

Casos que se assemelham à hifenização antes da reforma ortográfica

5. Não há hífen quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por uma consoante que não seja r ou s.
Exceção: sempre há hífen com o prefixo vice.

autopeça
coprodução
geopolítica
microcomputador
seminovo

ultranatural

6. Sempre há hífen antes de H. Ex.: anti-higiênico, macro-história, co-herdeiro, ultra-humano.

7. Os monossilábicos tônicos abertos pós, pré e pró são sempre hifenizados. Ex.: pré-escola, pró-reitor, pós-graduação. Os demais casos são escritos sem hífen: predeterminar, preexistir, preestabelecer (e derivados).

8. Os prefixos além, aquém, ex, recém, sem, soto e vice são sempre ligados por hífen. Ex.: além-túmulo, ex-aluno, recém-nascido, sem-número, vice-prefeito.

9. São hifenizadas as palavras acompanhadas pelo advérbio bem e mal quando formam com os elementos que lhes segue uma unidade sintagmática ou semântica e tal elemento começa com vogal ou h. Entretanto, o advérbio bem pode não se aglutinar com palavras iniciadas com consoante.
Ex.: bem-aventurado, bem-vindo, bem-comportado, bem-estar, bem-humorado (mal-humorado), bem-criado (malcriado), bem-ditoso (malditoso), bem-sucedido (malsucedido), bem-nascido (malnascido), bem-visto (malvisto).
10. Casos especiais:
a) Circum - antes de H, vogal, M e N, sempre com hífen. Ex.: circum-hospitalar, circum-navegação.
b) Mal - antes de H e vogal, com hífen. Ex.: mal-humorado, mal-acabado.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Reforma ortográfica - Sobre o hífen (parte 1)















1. Quando a palavra seguinte iniciar com a mesma letra com que termina o prefixo, haverá hífen.

anti-inflamatório (antes = antiinflamatório)

micro-ondas (antes = microondas)

micro-ônibus (antes = microônibus)

hiper-realismo

contra-ataque

Exceção: prefixo co + palavra que inicia com o. Ex.: coordenar (conforme era antes da reforma).

2. Prefixo Co - antes de H, sempre com hífen. Ex.: co-habitar. Quando a palavra iniciar com o, aglutina-se com o prefixo (coocupante). Nos demais casos, sem hífen. Ex.: coeditor (antes = co-editor), coautor (antes = co-autor), cosseno (antes = co-seno), corradical (antes = co-radical).

3. Se o prefixo terminar por vogal e o próximo elemento iniciar com R ou S, essas consoantes serão duplicadas.

antirrábico (antes = anti-rábico)

antissocial (antes = anti-social)

cossignatário (antes = co-signatário)

entressafra

microrregião

ultrassom (antes = ultra-som).


4. Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal diferente da vogal inicial do segundo elemento.

anteontem

antiaéreo

autoaprendizagem (antes = auto-aprendizagem)

autoescola (antes = auto-escola)

autoestrada (antes = auto-estrada)

extraescolar (antes = extra-escolar)

infraestrutura (antes = infra-estrutura).

Fonte: seminário realizado pela ABEU em 03/11/2008, ministrado por Wallney J. Hammes, professor da Universidade Católica de Pelotas.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Dicas de português - Parte 2

– B –
Bastante - É invariável quando tiver o sentido de "muito". Por exemplo: Dedicou-se bastante ao concurso. É variável quando tiver o sentido de "suficiente": Ele leu bastantes livros.
Bem-humorado - Com hífen.
Bem-sucedido – Com hífen, mas malsucedido sem.
Bem-vindo - Com hífen.
– C –
Cãibra/câimbra - As duas formas estão corretas.
Cara-pálida - Com hífen.
Catalisar, catalisador - Com S.
Catorze/quatorze - As duas formas estão corretas.
Chegado - O particípio do verbo chegar é chegado. Logo, não se utiliza “chego” (1º p. do singular do presente). Exemplo: Jardson havia "chegado" cedo.
Concerto - É o espetáculo musical, enquanto conserto se relaciona à reforma/reparo.
Comprimento - Significa distância. E cumprimento equivale à saudação.
Consenso geral - Redundância.
Conclusão final - Redundância.
Constroem - Sem acento.
Continuar ainda - Redundância.
Conviver junto - Redundância.
Cotidiano/quotidiano - As duas formas estão corretas.
Criar novos - Redundância.
Curta-metragem - Com hífen.
Curto-circuito – Com hífen e sem acento no i.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Marcando presença

Programação - 29 de outubro de 2008
19h30min - ABERTURA: Maria Eunice Moreira - Diretora da Faculdade de Letras da PUCRS
19h45min - 20h15min - PALESTRA: A orthographia que virou ortografia - breve história dos acordos e desacordos entre Portugal e Brasil. Palestrante: Gilberto Scarton
20h15min - 21h - DEPOIMENTO: Convivendo com o português lusitano: diferenças para além da grafia. Palestrante: Luiz Antonio de Assis Brasil

21h15min - 22h30min - PAINEL:
* Comparando o Português do Brasil com o Português de Portugal em textos.
Jocelyne da Cunha Bocchese
* O que muda na escrita dos brasileiros?
Marisa Magnus Smith
* Praticando a nova grafia.
Jocelyne da Cunha Bocchese
* Qual é a sua dúvida? Questões que o Acordo suscita.
Gilberto S., Jane C. S., Jocelyne B., Marisa M. Smith

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Dicas de português - Parte 1

- A -
A cerca de - A expressão significa "a uma determinada distância". Por exemplo: Tramandaí fica a cerca de 2 horas de Porto Alegre. Há cerca de - Indica um período de tempo já transcorrido. Ex.: A minha formatura ocorreu há cerca de 5 anos; ou, ainda, o sentido de existir. Ex.: Há cerca de 50 pessoas na sala. Acerca de - Significa "sobre", "a respeito de”. Exemplo: Conversamos acerca de diversos assuntos.
A cores ou em cores - O certo é TV em cores. Comprei uma televisão em cores para o apartamento novo. Da mesma forma: desenho em cores.
À custa de - Não utilizar a expressão às custas de.
Às expensas de - É admissível (com crase), mas não "a expensas de". Significa "à custa de".
A maioria de/A maior parte - Se a ação do verbo puder ser atribuída separadamente aos indivíduos representados pelo coletivo, o verbo pode ficar no singular ou no plural. Exemplo: A maioria dos funcionários faltou.
À medida que - À medida que estudava, aprendia mais. Nunca: à medida em que. Corresponde a “à proporção que", "ao mesmo tempo que", "conforme". Na medida em que - Jamais: Na medida que. Ex.: É necessário cumprir as leis de trânsito, na medida em que elas existem. Corresponde a "tendo em vista que".
À mesa/na mesa - Na locução "à mesa", a ideia é de "junto à"; em "na mesa", é “sobre a”. Incluir aqui: ao piano, à máquina, à janela, ao volante, entre outras.
A nível de/em nível/ao nível - Use a expressão em nível de, mas prefira "em termos de", "em relação a".
A par/ao par - O editor está a par (e não ao par) do assunto.
A ponto de/ao ponto de - O correto é "a ponto de".
A posteriori - Expressão latina. Significa "pelos fatos", "com apoio nos fatos". Não equivale a "depois", "posteriormente", sendo incorreto dizer: Irei à reunião a posteriori.
A princípio/em princípio - "A princípio" significa "no começo” ou “inicialmente". A expressão "em princípio" significa "em tese".
A priori - Expressão latina. Corresponde a "pela natureza da causa". Não equivale a "antes".
A seu ver/a meu ver/a nosso ver - E não ao seu ver, ao meu ver e ao nosso ver.

Cartão de visita para revisão de textos




Este é o cartão que o design Vinícius Xavier fez para mim.
Adorei! Serviu como arte para o site www.revisaotextual.com.br.
Valeu, Vini!

domingo, 26 de outubro de 2008



"Quien escribe teje. La palabra texto proviene del latín textum, que significa tejido. Con hilos de palabras vamos diciendo, con hilos de tiempo vamos viviendo. Los textos son, como nosotros, tejidos que andan..." (Eduardo Galeano)